Huseyin Sahin evoca paisagens de sonhos com atmosferas de outro mundo graças ao digital.



Ao observarmos as manipulações criativas de imagens deste artista húngaro baseado em Istambul, somos, de facto, transportados para uma cena de outro mundo, onde a realidade e a fantasia se tornam uma só. Sahin recorre à combinação de várias imagens contrastantes para criar cenas surreais que só podem ser vislumbradas em sonhos. "Sou alimentado por sonhos, visões e contrastes", afirma. "As questões orientem a minha imaginação, mas os meus pontos de partida são a natureza e a própria vida".

Cada composição de Sahin leva entre 3 horas a 3 dias a ser finalizada e é cuidadosamente criada a partir de uma variedade de fontes visuais. A natureza vai ao encontro da arquitectura e acabamos por encontrar paisagens de forma completamente abstrata e algo absurda, a desafiar as leis do mundo natural. E, por isso, podemos ver cidades inundadas, dunas do deserto com ondas oceânicas e animais em locais onde nunca antes poderiam estar.

"A parte mais difícil de criar uma imagem é decidir sobre o seu próprio conceito - noutras palavras, imaginá-lo", descreve Sahin, artista e director de arte. "O resto não é tão desafiante, quando se tem os materiais certos e know-how. Uma vez decididos os materiais que vou usar, basta avançar tecnicamente e deixar fluir a imaginação".

A seguir, deixo-vos uma seleção das belas colagens surrealistas de Huseyin Sahin, que nos conduzem para um universo sonhador e poético. Podem seguir o seu trabalho de colagem digital no Instagram ou no seu site: https://huseyinsahinart.com/







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Ontem celebrou-se o Dia dos Namorados, também conhecido por Dia de São Valentim. Mas que foi este Santo? Dizem que terá sido bispo italiano no século III, condenado à morte por um imperador romano por recusar renunciar à sua fé católica e por celebrar casamentos em segredo. Ainda nos primeiros séculos, foi canonizado da Igreja. Porém, e aqui está a grande surpresa, ao contrário da maioria dos santos que se celebram ao longo do ano, São Valentim já não consta no calendário oficial dos santos desde 1969. Quer tal dizer que, oficialmente, ontem não foi dia de São Valentim.

Aliás, nem se sabe bem ao certo quem foi São Valentim. As histórias confundem-se e poderá haver três santos de nome Valentim. O nome refere-se a pelo menos três santos martirizados na Roma antiga, mas a mais fidedigna é esta. O imperador Cláudio II, durante o seu governo, proibiu a realização de casamentos no seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Isto porque Cláudio acreditava que os jovens que não tivessem família ou mulher, iriam alistar-se com maior facilidade. Porém, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. O seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens atiravam flores e bilhetes a dizer que ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que atiraram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Artérias, filha do carcereiro. A mesma conseguiu permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram por se apaixonar e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim, depois da condenação à morte, foi decapitado a 14 de fevereiro de 270.

Contudo, desde 1969 a sua data, que até então era celebrado a 14 de fevereiro, não é mais celebrada oficialmente pela Igreja Católica em função da precariedade de comprovações históricas que põem em questão até mesmo a sua existência. Ainda assim, o santo padroeiro dos namorados continua a ser celebrado e dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países. Excepto no Brasil, onde João Doria, publicitário brasileiro, com a intenção de alavancar as vendas do comércio no mês de Junho, criou um Dia dos Namorados à brasileira, no dia 12 de Junho, véspera do dia de Santo António, o santo casamenteiro na cultura portuguesa.

Mas o mais importante é que existe uma data em que se celebra o amor, em todas as suas formas!

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Depois do romance, surge o casamento para Anastasia e Mr. Grey. Mas parece que “As Cinquenta Sombras Livre” ainda traz algo mais dramático para o casal… Quando a ingénua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que irrevogavelmente mudou a vida de ambos. Chocada ao início, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exigiu um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concordou. Agora, Anastasia e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades à sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar a sua identidade. E ele precisa de aprender a dominar o seu impulso controlador e a se livrar do que o atormenta sobre o passado. Quando parece que a força desta união vai vencer qualquer obstáculo, a malícia, o infortúnio e o destino conspiram para transformar os piores medos de Ana em realidade. E fantasmas do passado como Jack Hyde (Eric Johnson) e Elena Lincoln (Kim Basinger) voltam a interferir e a impedir a paz plena do casal.

Esta é a adaptação da última parte da trilogia de E. L. James iniciada em “As Cinquenta Sombras de Grey” (2015). Lançada em 2015, a série chegou aos cinemas à boleia do grande sucesso literário, que tinha como componente principal a forte presença de sexo na história. Num cenário obviamente mais conservador para o cinema, acabou por chamar a atenção de quem procurava um enredo “picante”, mesmo que fosse na base da sugestão, do subentender. Dois anos depois foi a vez de “As Cinquenta Sombras Mais Negras” chegar às telas e, agora, temos a estreia do capítulo final da trilogia, “As Cinquenta Sombras Livres”.

Um novo filme que versa, sobretudo, sobre a união de várias pontas soltas com uma óptima banda-sonora e um background soft (mas bom) porn. Já casados, eles adaptam-se à nova vida juntos, ao mesmo tempo que ainda lidam com a ameaça do ex-chefe dela, que tem uma grande obsessão pela família Grey.

James Foley segue na Realização e entrega-nos um trabalho pouco inspirado, mas com bom visual, sobretudo nas cenas quentes a dois. Aliás, os segundo e terceiro capítulos desta trilogia foram gravados em simultâneo. Dakota Johnson e Jamie Dornan prosseguem como os rostos e os corpos bonitos. Embora seja agradável de ver, “As Cinquenta Sombras Livres” está longe de ser perfeito. Mas apesar de possuir vários defeitos, quem iria perder o opus da saga bestseller da britânica E. L. James no cinema?

A antestreia de “As Cinquenta Sombras Livre” foi alvo de um evento que engalanou o cinema São Jorge, em Lisboa, juntando uma plateia de VIP’s e colunáveis que não quiseram perder o apimentado filme. E eu lá estive!


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E cá estou eu a dar mais uma de “cultura geral”, enquanto este ano não me traz mais novidades para noticiar. Sabiam que, afinal, este pão não é francês? Ah, pois é!

Segundo o jornal espanhol “La Vanguardia”, hoje, 30 de Janeiro, assinala-se o dia mundial do croissant, esse célebre pão francês. Porém, ao contrário do que sempre se pensou sobre a sua origem, um pasteleiro espanhol que venceu o título de “Melhor Croissant de Manteiga” no ano passado, defende que este pão específico é de origem austríaca. Conta o próprio, Gil Prat, que o croissant foi criado para celebrar a vitória dos Habsburgs (influente família imperial europeia) na batalha de Viena contra o Império Otomano, em 1683. Conhecido pelo nome de Kipferl, a sua forma de meia lua faz referência à lua da bandeira turca e celebra a ajuda dos padeiros austríacos nesta batalha, já que foram eles quem avisaram os militares da invasão turca, quando os ouviram a cavar passagens para entrar na cidade. Foi o alarme dos padeiros que levou os turcos à derrota.

O seu nome francês, que significa “crescente”, assim como a grande proximidade entre este pão e a cultura francesa, deve-se a Maria Antonieta, originária de Viena, que levou a iguaria para Paris bem antes da Revolução Francesa. Originalmente, a sua massa era mais densa e semelhante à de um pão comum. Foi somente a partir de 1900 que um criativo padeiro francês alterou a receita, tornando a massa mais leve e folhada. Contudo, alguns franceses ainda hoje chamam este tipo de pão amanteigado de "viennoiserie".

Alguns pesquisadores atribuem a invenção do croissant ao comerciante vienense de origem polaca, Franz Georg Kolchitsky, que vivia em Constantinopla. Segundo eles, este homem conheceu o café nessa cidade por volta de 1475 e, com cerca de 500 sacas do produto abandonadas pelos turcos após derrota em batalha, abriu um "café", onde passou a servir a bebida. Depois, para acompanhar o café, inventou o tal pão em formato de lua crescente.

Não sendo a origem certa, o que posso assegurar é que não é de todo francesa. Mas foi Maria Antonieta quem introduziu e popularizou o croissant em França, a partir de 1770, onde hoje é um elemento tradicional no acompanhamento do café com leite. Por cá, também é muito consumido e bem-conceituado, pois é uma delícia, mas tenham cuidado, pois os nutricionistas recomendam moderação, dado conter metade do seu peso em lípidos.


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Hoje, vou deixar-vos com um posto bem ligeiro, mas nem por isso menos engraçado. Certamente, nunca se puseram a imaginar como seriam as propagandas das actuais redes sociais ao estilo dos anos 50, nem era necessário, mas alguém fez isso.

Nos idos anos 1950 as publicidades eram totalmente diferentes das que estamos familiarizados na actualidade. Para que tenham noção, foi nessa época que a televisão atingiu o seu apogeu nos lares das famílias, ainda a preto e branco, pois até então, as pessoas apenas ouviam rádio ou liam jornais como meio de entretenimento ou informação. E as publicidades na imprensa eram o principal meio de as marcas se fazerem sobressair.

Vai daí, a empresa brasileira de publicidade Moma teve a ideia bem original e criativa de lançar algumas propagandas de imprensa de tecnologias presentes no nosso dia-a-dia, mas com o ar dos anos 50. Vejam o Skype, YouTube, Twitter e Facebook em versão retro. O máximo, não acham? Faltaram algumas importantes, como o Instagram, mas dá para ficarmos com a ideia de como cada uma se publicitaria se estivesse nessa era…










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Quem diria… a eterna namorada do Rato Mickey está já a fazer 90 anos. E com tamanha idade, o Hollywood Chamber of Commerce homenageou Minnie Mouse com uma estrela oficial no Passeio da Fama de Hollywood. A ocasião, no passado dia 22 de janeiro, contou com convidados muito especiais, incluindo o presidente e CEO da The Walt Disney Company, Robert A. Iger, a über model, Heidi Klum e o ícone da música pop mundial, Katy Perry.

“Minnie Mouse é uma estrela e ícone fashion desde que despontou, pela primeira vez, nas cenas do surpreendente clássico da animação, Steamboat Willie,” defendeu Robert A. Iger. “Uma estrela com mais de 70 filmes durante a sua ilustre carreira, Minnie já entreteve milhares de pessoas ao redor do mundo, tocando corações e levando alegria a todos os lugares onde chega. Estamos emocionados ao ver a influência cultural que ela exerce e as suas muitas conquistas, reconhecidas no Passeio da Fama de Hollywood.”

Para Katy Perry, Minnie é o exemplo perfeito do fun fashion. “Até hoje, ninguém usa um laço vermelho ou padrão de bolinhas como ela. Minnie tem a habilidade de trazer alegria a muitos com um simples piscar de olhos”, afirma a cantora. “Estou honrada em fazer parte desta cerimónia para homenagear Minnie e a sua magia com uma estrela no Passeio da Fama”, complementa.

Com 90 anos de história, esta personagem fofinha da Disney levou mais de quatro décadas do que o seu parceiro Mickey para imortalizar o seu nome numa placa. A estrela tem o número 2.627 e está localizada no 6834, Hollywood Boulevard, em frente ao teatro “El Capitan”. Com este reconhecimento, a estrela de Minnie junta-se à de outros personagens como Donald, Sininho, Winnie The Pooh, Branca de Neve e o próprio Mickey Mouse, que a recebeu em 1978 por ocasião do 50º aniversário.

Uma veterana, com mais de 70 filmes, desde papéis principais a programas de televisão, Minnie Mouse é uma das estrelas globais mais famosas de Hollywood, e vem encantando crianças e famílias há várias gerações. Adorada pela sua personalidade contagiante, o estilo icónico da Minnie também fez dela uma musa dos designers de moda, artistas e fãs em todo o mundo. O seu clássico look de bolinhas – Polka Dot - tem sido constantemente reinventado pela indústria fashion, assim como seu chapéu de flor estilo antigo, que influenciou tendências de chapéus femininos, sem esquecer o seu famoso laço.



De facto, a Minnie inspirou várias coleções, capas de revistas e desfiles de inúmeros designers em cidades como Nova Iorque, Paris ou Tóquio, com o seu clássico vestido de bolinhas. Parabéns, Minnie!







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Este ano, o Super-Homem celebra 80 anos da sua primeira aparição em “Action Comics #1”. Para comemorar o aniversário do Homem do Amanhã, também conhecido por Homem de Aço, a DC (Detective Comics) anunciou uma edição exclusiva e comemorativa. A “Action Comics #1000” terá uma encadernação especial, com histórias de diversos autores, bem como histórias nunca antes publicadas. Com o lançamento a se aproximar, a editora divulgou a capa da edição ilustrada por Jim Lee, o artista sensação dos anos 90, que revela o novo uniforme do super-herói. Pois é, ele voltou a usar a icónica “cueca” vermelha por cima das calças justas...

Mas estar a publicar mil números da mesma série impressa é realmente algo histórico. E muitas coisas aconteceram desde abril de 1938, quando foi publicado pela primeira vez o “Action Comics” #1. Todos os amantes da banda desenhada devemos muito a essa data, sem a qual a indústria não seria a mesma. Agora, 999 números mais tarde, a editora americana está a preparar-se para um dos momentos mais importantes. De início, a publicação do “Action Comics” #1000 fora agendada para março de 2018. Porém, a data foi atrasada mais um mês de forma intencional, pois queriam que esta edição especial coincidisse com o 80º aniversário do Super-Homem. Teremos que esperar até 18 de abril de 2018, quando finalmente for publicada.

Esta edição especial será em capa dura e irá rever alguns dos momentos mais importantes da série. Assim, podemos passar pela história da “Action Comics” através dos seus episódios mais significativos. Juntamente com isso, podemos encontrar vários ensaios literários de célebres escritores do género, como Jules Feiffer, vencedor do Prémio Pulitzer em 1986, ou Paul Levitz, entre outros. Além disso, o “Action Comics” #1000 vai incluir um poster que irá incluir as mil capas com as quais a série fez História. Finalmente, como bónus, podemos encontrar uma história de Super-homem dos anos 40, escrita por Jerry Siegel e Joe Shuster, que finalmente vai ver a luz. Este conto inédito foi resgatado há cinquenta anos e escondido até agora!

O número 1000 de "Action Comics" conta com um argumento de Peter J. Tomasi e Dan Jurgens. E outros artistas de peso, grandes ícones da indústria vão também participar, como Richard Donner, realizador de “Super-Homem: O Filme (1978), ou Geoff Johns. Paul Dini, um dos génios por trás das animações (“Batman: the Animated Series”, “Superman Animated Series”, “Justice League Animated”) e José Luis García-López (o artista que definiu o visual das personagens da DC Comics), também colaboram. Outro destaque é a primeira história de Brian Bendis para a editora, composta por 10 páginas.



Jim Lee adiantou um pouco sobre esta edição especial:
“Action Comics” #1000 representa um momento decisivo, não apenas na história da banda-desenhada, mas do entretenimento e da cultura pop em geral. Não existe melhor forma de celebrar a popularidade do Super-Homem do que dando-lhe um visual que combina o novo com o aspeto mais icónico do antigo uniforme.”

Dan DiDio, editor da DC também falou sobre a edição:
“É uma joia de ouro da cultura pop e um testamento a Jerry Siegel e Joe Shuster. Sem Action Comics, sem as ideias criativas de Siegel e Shuster, o lugar dos super-heróis na literatura não seria o mesmo. Se é que eles existiriam...”

Pois, desde que Joe Shushter e Jerry Siegel criaram a personagem do Super-Homem, muitas coisas aconteceram. Agora, a indústria da BD vai homenagear uma das séries mais importantes da sua História: “Action Comics”.









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2018 não poderia ter iniciado de melhor maneira… saiu a última edição da F Magazine Luxury.

E com uma mensagem de olhar para o futuro: F is for… looking forward, com boas perspectivas, claro. Começando pela capa, com o top model luso, Gonçalo Teixeira. Em Angola, a capa foi feita com Lesliana Pereira, uma referência na representação. Dois rostos que já foram longe nas suas respectivas áreas e que voltam a ditar uma capa diferente para cada país, mas sempre com o mesmo conteúdo.

Mais uma grande edição, para folhear e ficar a par de tudo: tendências de moda, de joias e de relógios. Miguel Vieira é celebrado pelos seus 30 anos de carreira. E em decoração, temos a Versace com uma fantástica linha home.

Há mesmo muito para ler e descobrir nesta nova edição, e até vir uma outra, a do 3º aniversário, a revista tem o seu site, a sua inovadora App e as suas redes sociais, para que nunca sintamos falta de nada.


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Pois é, novo ano e uma imensidão de filmes para ver… que bom! E, tal como no ano passado, aqui venho desvendar alguns dos filmes mais aguardados de 2018. São muitas superproduções, animação, alguns de terror, bastantes super-heróis (o que faz prever que o género ainda está cheio de vigor) e muitos e surpreendentes regressos. Tudo para nos animar e empolgar ao longo dos doze meses vindouros. Há para todos os gostos.
Vejam a seguir quais são os filmes mais esperados para o próximo ano. Pelo menos, para mim.
A ordem não coincide com a saída dos filmes e deixei os nomes no original por não saber como irão ficar nos cartazes em Portugal.


Fifty Shades Freed
Eis o primeiro mais aguardado, a conclusão da trilogia sexy, baseada nos livros da autora E.L. James, que causou comoção nos cinemas. Assim como aconteceu com “Crepúsculo”, um casamento é extremamente esperado (e usado) para encerrar uma saga. Estamos todos convidados.


Bumblebee
O primeiro filme saído da série bilionária “Transformers”, de Michael Bay, que se foca na personagem mais engraçada e muda, o Camaro amarelo Bumblebee. A nomeada ao Oscar, Hailee Steinfeld é a protagonista desta vez, prometendo trazer carisma a este “spin off”. Posto isto, o filme passa-se na década de 1980 e Bumblebee aparece, pela primeira vez, na sua forma original, a de um VW Carocha amarelo.


Wreck it Ralph 2
Eis a continuação do filme de animação de sucesso sobre uma peculiar personagem de vídeo game, que demonstrou que a Disney pode funcionar sem a Pixar. Além de o primeiro ter tido um grande êxito, esta continuação vai abordar outro ângulo, com Ralph solto pela internet e não apenas confinado aos jogos. E, para surpresa geral, todas, mas memso todas as princesas da Disney farão participações, com vozes das atrizes originais. E também o eterno C3PO, na voz de Anthony Daniels. Deve ser bem giro!


Halloween
Trata-se de um reboot da clássica saga de terror, sobre um assassino mascarado, a primeira da história no género a ficar famosa, iniciada pelo icónico John Carpenter.
Sequelas, continuações, refilmagens, já se fez de tudo. Porém, dessa vez, todos os filmes que se seguiram ao original serão descartados. David Gordon Green escreve, realiza e traz Jamie Lee Curtis para a anunciada batalha final.


Mamma Mia! Here We Go Again
Eis a sequela do famoso musical de 2008 com Meryl Streep, baseado na duradoura peça de teatro contendo apenas canções da banda sueca de extremo sucesso, os ABBA. Meryl Streep, Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Colin Firth e restante grupeta regressam para um novo round. Todas as músicas dos ABBA que não entraram no primeiro filme vão estar aqui, além de alguns replays. Para gáudio de muitos, Cher faz parte do elenco, e através de flashbacks iremos ver a personagem de Streep bem mais jovem, encarnada por Lily James.


Winchester
Um filme de terror “clássico” sobre uma grande mansão assombrada. A vencedora do Oscar e fantástica Helen Mirren é um grande trunfo, no papel da herdeira de uma empresa de armas de fogo, que está convicta de que é assombrada pelas almas mortas através da espingarda da família Winchester. Aparentemente, enlouquece e manda construir uma fortaleza na forma de um castelo para afastar os espíritos que rondam. Quando um psiquiatra parte para avaliar o seu estado psicológico, ele percebe que talvez a obsessão dela não seja tão insana assim. Tem tudo para ser um dos filmes de terror do ano. Dos realizadores de Jigsaw.


Venom
Derivado da franquia “Homem-Aranha” no cinema, está focado num dos seus inimigos mais populares, Venom, uma criatura alienígena integrada com um humano. Actores de peso fazem parte do projeto, como Tom Hardy e Michelle Williams, ambos indicados ao Oscar.


Annihilation
Em termos de ficção científica, nenhum filme é mais esperado do que este. Natalie Portman protagoniza uma cientista que embarca numa aventura onde as leis da natureza não se aplicam. Trata-se do novo trabalho escrito e realizado pelo cineasta Alex Garland, de “Ex-Machina” (2015), um dos mais elogiados do género nos últimos anos.


Ready Player One
Baseado num livro para jovens adultos, sobre um mundo com uma versão moderna de realidade virtual. Um famoso inventor deixa pistas no seu mais novo jogo para quem quiser ganhar uma fortuna. A realização aqui é de ninguém menos do que Steven Spielberg e o visual do filme é incrível. O Gigante de Ferro e Freddy Kruger fazem participações como avatares de jogadores.


Ant Man and the Wasp
Eis a continuação de um filme menor da Marvel, mas um dos mais divertidos e que alcançou relativo sucesso. O super-herói Homem-Formiga (Paul Rudd) desta vez vai ter como parceira a Vespa (Evangeline Lilly). O passado volta à tona com a entrada de Michelle Pfeiffer no elenco, que vive a primeira Vespa e faz de mãe da personagem de Lilly. Além disso, o veterano Laurence Fishburne une-se ao grupo como Golias, que na BD é tanto um herói como um vilão, pelo que ainda não se sabe para que lado pende esta personagem no filme.


The Shape of Water
É o novo filme de monstros de Guillermo del Toro. Uma abordagem romântica e de forte apelo dramático neste seu conto de fadas moderno. É muito mais do que apenas uma homenagem ao filme preferido do realizador, “O Monstro da Lagoa Negra” (1954), pois trata-se de uma história humana, com uma grande protagonista, tendo como pano de fundo a paranoia da Guerra Fria. Tem fortes hipótese nos próximos Oscars.


Aquaman
O filme a solo do rei dos mares, Aquaman, novamente personificado por Jason Momoa. Após o a Liga da Justiça, a personagem regressa nas mãos do realizador James Wan.


Han Solo – A Star Wars Story
Após o universo de Star Wars ter sido comprado pela Disney, a empresa tratou de usar a sua nova aquisição para gerar mais dinheiro, pelo que produziu o primeiro derivado, com “Rogue One”, um grande sucesso, e agora é a vez do segundo derivado, focando-se no jovem Han Solo. Para além de ser Star Wars, agora quem está no comando é Ron Howard. Além disso vamos ficar a saber como começou a amizade entre Han (Alden Ehrenreich) e Lando Calrissian (Donald Glover). Completam o elenco Emilia Clarke, Woody Harrelson, Thandie Newton e Paul Bettany.


Mission: Impossible 6
Eis a sexta aventura de Ethan Hunt, o maior espião do cinema. Isto é, atrás de Bond, James Bond. Ainda não se sabe muito da trama, mas já valeria pela polémica que envolveu o o bigode de Henry “Superman” Cavill (sim, foi por este filme que ele não pôde raspar para Liga da Justiça), que é o vilão de serviço. Fora isso, Rebecca Ferguson volta como a hipnótica agente dupla Ilsa Faust, e Michelle Monaghan também, como a mulher do protagonista, Julia.


Black Panther
O mais novo herói da Marvel a ganhar um filme a solo. O Pantera Negra é o primeiro super-herói negro da BD desta casa e vive numa nação africana extremamente tecnológica. Pantera Negra é sinónimo de representatividade, e se na BD foi o primeiro super-herói negro, no cinema, trata-se do primeiro filme com um elenco feito em 90% de atores negros, e ainda um realizador negro. Venham mais!


The Incredibles 2
Mais uma continuação aguardada e tardia de uma das animações Disney/ Pixar mais divertidas e adoradas de todos os tempos. A família de super-heróis está de volta. Mas esperem algo mudou no enredo, pois o Sr. Incrível precisa de tomar conta do seu bebé superpoderoso, enquanto a sua mulher Elasticgirl vai combater o crime. Até aqui os tempos mudaram.


X-Men: Dark Phoenix
Eis o novo filme da série X-Men, que prossegue após o ocorrido em Apocalypse (2016), e vai adaptar de forma correta, assim se espera, a força e o dilema da Fênix Negra da BD. Aqui, vamos poder a talentosa Sophie Turner ganhar destaque como Jean Grey/Phoenix. A realização está a cabo de Simon Kinberg. E Jessica Chastain é o novo acrescente do elenco na pele de uma personagem ainda não divulgada.


Jurassic World: Fallen Kingdom
Quem diria, este é já o quinto filme da saga de dinossauros mais estimada do cinema. E surge na sequência direta dos eventos de “Jurassic World” (2015). Embora personagens menos carismáticas estejam de volta, ou seja, Owen Grady (Chris Pratt) e Claire Dearing (Bryce Dallas Howard), quem também regressa é um dos favoritos da série, o doutor Ian Malcolm (Jeff Goldblum).


Bohemian Rhapsody
Rami Malek interpreta o génio musical Freddie Mercury nesta cinebiografia, que reconta os anos que levaram o frontman dos Queen à histórica apresentação no festival Live Aid de 1985.


Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald
A sequela de “Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los”, derivado da série de fantasia e magia mais famosa do cinema, Harry Potter. Este segundo Monstros Fantásticos sobe a fasquia, trazendo para a história um dos maiores magos de tal universo, Dumbledore, ainda jovem, na pele de Jude Law.


A Wrinkle In Time
Adaptação da Disney em “live action” de um livro de fantasia de 1962. Conta com nomes como Oprah Winfrey, Reese Witherspoon, Mindy Kaling, Chris Pine e Gugu Mbatha-Raw no elenco. Aliás, com um elenco assim, tenho a sensação de que este se tonará um clássico instantâneo...
O livro possui uma legião de fãs considerável e existem ainda mais quatro da série escrita por Madeleine L´Engle. Após “Piratas das Caraíbas”, a Disney tenta criar uma nova série no cinema.


Mary Poppins Returns
Uau! Isto é o que se pode chamar de sequência tardia, 54 anos para ser mais exato, do clássico imortal da Disney protagonizado por Julie Andrews. Não que estivéssemos à espera, mas não deixa de surpreender e encantar. A carismática Emily Blunt assume o casaco, chapéu e guarda-chuva da personagem, quando ela retorna muitos anos depois e, pelos vistos, sem envelhecer, para compor a vida das crianças do original, agora adultos, nas formas de Colin Firth e Emily Mortimer. Meryl Streep também faz parte do elenco.


Ocean's 8
Derivado da trilogia de Steve Soderbergh sobre um grupo de ladrões charmosos, protagonizado por George Clooney, Brad Pitt e companhia. Aqui, a equipa é formada só por mulheres e encabeçada pela irmã da personagem de Clooney. Tal como foi dito, a equipa agora é apenas formada por mulheres. E que mulheres: Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter, Rihanna e Sarah Paulson, entre outras. Dakota Fanning e Katie Holmes completam o elenco, e Matt Damon revive seu Linus Caldwell. Promete!


Tomb Raider
Um aguardado reboot da estrela dos jogos Tomb Raider, Lara Croft, no cinema, antes a cargo de Angelina Jolie. A oscarizada Alicia Vikander assume o papel numa aventura que parece fazer jus aos novos jogos da personagem virtual.


Avengers - Infinity War
A Marvel tem dominado as bilheterias mundiais, com filmes de personagens menos famosas, vide Guardiões da Galáxia (2014), Homem-Formiga (2015) e Doutor Estranho (2016). Imaginem o que fará com a reunião de simplesmente todas as suas icónicas personagens no seu filme mais ambicioso. Precisamente por se tratar da reunião de tudo que a Marvel fez até hoje no cinema. É o início do fim, que culmina com a parte dois da Guerra Infinita, para o início de uma nova fase. Alguém duvida de que este será o maior filme de super-heróis do ano?

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